sábado, 22 de junho de 2019

Detergente caseiro, econômico e sustentável

Esta é uma receita que publiquei logo no início do blog. É uma receita simples e fácil de fazer e que tem um bom rendimento.
Ingredientes
– Dois pedaços de sabão de coco
– Dois limões
– Quatro colheres de sopa de amoníaco
Modo de preparo
– Derreta o sabão, picado em um litro de água fervendo. Coloque mais cinco litros de água fria, o suco dos limões e depois o amoníaco. Dissolva bem e guarde em garrafas e embalagens de detergente líquido.
As proporções da receita fornecem seis litros de detergente caseiro.
Quanto ao amoníaco, trata-se de um composto químico que pode ser encontrado em farmácias. Ele é biodegradável e menos agressivo ao meio ambiente, pois se decompõe com mais facilidade do que os compostos de detergentes industrializados. Ao manipular esta substância, cuidado com os olhos e de preferência use luvas.

sexta-feira, 14 de junho de 2019

O maravilhoso suco verde

Comecei a tomar o suco verde o ano passado. O suco verde que faço fica gostoso,levemente docinho e não vai água. A água do suco é fornecida pelos vegetais e frutas que coloco para bater no liquidificador.
Não existe uma receita certa e eu uso as folhas verdes e os vegetais que eu tenho à mão.
Como adoçante do suco uso sempre maçã, que pode ser duas ou três,conforme o gosto.
Vegetais eu uso pepino, chuchu, abóbora, abobrinha, etc.
Raízes pode ser cenoura ou beterraba.
As folhas verdes pode ser a couve, as folhas de brócolis (ocupo os talos também). Também costumo usar as plantas comestíveis não convencionais, como as diversas folhas consideradas como "mato" que estão no nosso jardim esperando ser valorizadas, colhidas e aproveitadas para ajudar na nossa saúde. Dessas eu costumo usar a bertalha coração, a ora pro nobis, a trapoeraba, a folha do chuchu, a folha da abóbora, a folha da batata doce, entre outras. Se você tiver plantadas em casa melhor ainda, porque saberá a procedência.
Você pode colocar um pedacinho de gengibre para temperar e o suco de um limão depois de coar.
Primeiro batemos no liquidificador os vegetais que produzem água, como o pepino, o chuchu, a abobrinha. O pepino produz muita água. O chuchu eu tenho em abundância aqui em casa.
Você bate os vegetais com as maçãs e o gengibre e dá a primeira coada porque fica um suco muito espesso, difícil de ser digerido pelo excesso de fibras. Eu bato no pulsar do liquidificador. Depois de dar a primeira coada retorno o liquido ao liquidificador e coloco as folhas verde que escolhi. Bato novamente. Se você tiver sementes germinadas coloca junto. Dá a segunda coada em um coador ou saco feito de voal, que é o melhor. Depois dessa segunda coada eu coloco o limão, um fiozinho de azeite para o organismo assimilar melhor e tomo, geralmente dois copos, que me deixa nutrida a manhã inteira.
Se você quiser tomar depois o café da manhã espere meia hora para o organismo assimilar o suco.
Na foto o meu suco de todas as manhãs, com a pagua estruturada dos próprios vegetais.

quarta-feira, 15 de maio de 2019

Veja as coisas como elas são

Do livro A Arte de Viver
Epicteto (com interpretação de Sharon Lebell)

As circunstâncias não ocorrem para atender às nossas expectativas. Os fatos acontecem como têm de acontecer. As pessoas comportam-se de acordo com o que são. Acolha as coisas que de fato conseguir.

Abra os olhos: veja as coisas como elas são e preserve-se assim da dor causada pelos falsos apegos e os estragos evitáveis.

Pense no que lhe dá prazer: os instrumentos, sejam quais forem, de que você depende, as pessoas que lhe são caras. Mas lembre-se de que cada uma delas tem caráter próprio, separado, independente da maneira como as vemos.

Como exercício, pense nas menores coisas às quais você está ligado. Por exemplo, vamos supor que você tenha uma xícara favorita. É, afinal de contas, apenas uma xícara e, caso ela se quebre, você pode lidar com o fato. Em seguida, passe para coisas mais importantes – ou pessoas – às quais você se sente mais apegado.

Lembre-se sempre, por exemplo, quando abraçar seu filho, seu marido ou sua mulher, de que está abraçando um ser mortal. Assim, se um deles morrer, você será capaz de suportar a dor da perda com maior serenidade.

Quando algo acontece, a única coisa que está em seu poder é sua atitude com relação ao fato. Suas alternativas são a aceitação ou o ressentimento.

O que realmente nos assusta e desanima não são os acontecimentos externos em si, mas a maneira como pensamos a respeito deles. Não são as coisas que nos perturbam, mas a forma como interpretamos seu significado.

Pare de se atemorizar com noções irrefletidas, reações impulsivas e com suas impressões sobre como as coisas são!

As pessoas e as coisas não são como desejamos que sejam nem o que parecem ser. São aquilo que são.

Imagem: Pixabay

domingo, 5 de maio de 2019

Comprar apenas o que necessitas

Não comprar produtos sem necessidade é uma das dez atitudes muito importantes para contribuir com o meio ambiente, tornar a nossa vida mais leve e evitar gastos desnecessários cujo dinheiro pode ser empregado em alguma coisa que realmente necessitamos.
Embora tenha esse cuidado, já aconteceu de comprar algo em promoção e depois ver que não tinha sentido ter comprado uma roupa, que mesmo que tenha agradado não ficou tão bem em mim. E isso é apenas um dos exemplos.
Promoção é tentação, já comprei uma máquina de cortar grama à gasolina, que guardei e quando fui usar já tinha passado o tempo da garantia e ela não funcionava. Não havia a menor necessidade de ter comprado aquela máquina. Tem um rapaz que vem aqui em casa cortar a grama.
E assim poderia enumerar tantas vezes que comprei algo que acabei não usando ou usando pouco. Para não ficar com a sensação de ter desperdiçado o dinheiro escolho uma opção ambientalmente correta e que também faz bem ao coração, que é a de doar esse item para quem realmente necessita.
Uma outra forma de evitar compras desnecessária é reutilizar tudo o que for possível. Eu gosto de restaurar móveis velhos, principalmente os feitos de madeira maciça, que são muito fortes. Vale muito à pena! Aqui no blog tenho posts de vários móveis que restaurei e reutilizei. Abaixo o link de alguns deles. Espero que gostem das ideias! Um abraço!!!
https://ambientedeluz.blogspot.com/2019/05/cadeiras-velhas-e-rusticas-restauradas.html
https://ambientedeluz.blogspot.com/2017/01/o-roupeiro-velho-ganha-cara-nova.html
https://ambientedeluz.blogspot.com/2017/01/uma-nova-chance-para-uma-cadeira-velha.html
https://ambientedeluz.blogspot.com/2017/01/uma-nova-mesinha-lateral-de-duas-pecas.html
https://ambientedeluz.blogspot.com/2017/01/a-transformacao-de-um-banquinho-que-ia.html
http://ambientedeluz.blogspot.com/2012/01/meu-banquinho-de-retalhos.html

sábado, 4 de maio de 2019

Cadeiras velhas e rústicas restauradas


Esse é o meu cantinho de trabalho e estudo. É um lugar muito aconchegante e feliz. É aqui que reabasteço as minhas energias nessa casa abençoada construída pelas mãos do meu falecido pai. Aqui tem amor. E como parte desse amor tem o agradecimento pela vida, por estar aqui nesse momento escrevendo, pela minha família, pelo meu trabalho, pelos meus bichinhos, pelo planeta Terra. Então, restaurar, recuperar, reutilizar faz parte da minha vida quando ainda nem se falava em proteção ao meio ambiente. E aqui venho mostrar para vocês umas cadeiras velhas e rústicas que estavam no pátio tomando chuva e sol e que agora voltaram para dentro de casas. Eu adoro esse tipo de cadeira porque elas são maciças e fortes.
É nesse cantinho abençoado que ouço música suave, que acendo o fogo (mesmo que não esteja frio) quando acordo todos os dias às 4h30min.. É daqui que contemplo as estrelas quando acordo e é daqui que agradeço todos os dias por estar viva.

quinta-feira, 25 de outubro de 2018

Leite de coco super cremoso

Para fazer esse leite é necessário:
1 coco seco - água e polpa
2 cocos verdes - água e polpa
Bater os ingredientes no liquidificador e coar numa peneira ou em um tecido do tipo dos de pano de prato ou de fralda de pano, que tem a trama mais aberta.
Esse leite fica bem cremoso por causa da polpa do coco verde.
O sabor é delicioso! É um leite que dá uma saciedade maior e que pode ser utilizado batendo com frutas ou para fazer iogurte. É rico em ácido láurico, encontrado apenas no leite materno.
Esse receita aprendi com Daniél Rocha - Alkaline Man.


domingo, 30 de setembro de 2018

As plantas comestíveis não convencionais e a alimentação viva

Hoje escrevo sobre um tema que está presente na internet graças ao trabalho pioneiro do professor biólogo Valdely Ferreira Kinnup. Foi ele que criou o termo panc,  tão conhecido atualmente para as plantas comestíveis não convencionais,  que normalmente são arrancadas do jardim por desconhecimento de suas propriedades para a saúde do organismo humano e que também são utilizadas para alimentação animal.
O livro do professor Valdely é o "Plantas Alimentícias Não Convencionais (Panc) no Brasil".
As pancs podem acrescentar muito nutrição no nosso organismo, principalmente porque uma boa parte são espontâneas e não requer muitos cuidados. Elas ajudam o solo e se adaptam às condições piores que muitas plantas não conseguiriam sobreviver. E são muito persistentes. Você pode arrancar que ela volta.
Para mim foi uma surpresa descobrir que uma planta muito vigorosa que insistia em subir na pitangueira e que eu arrancava preocupada que pudesse prejudicar a árvore é a bertalha coração, muito comum aqui no Rio Grande do Sul. Como eu, milhares de pessoas ignoram esse grande potencial alimentício que temos tão perto de nós no nosso quintal, na nossa horta, nas ruas e nas calçadas.
Eu tenho uma alimentação vegana desde 2007 e agora estou gradativamente passando por uma transição para comer somente alimentos crus e tenho descoberto as potencialidades ilimitadas que a variedade alimentícia das pancs pode oferecer. Por exemplo, o suco verde. Nele já usei a trapoeraba (aquela plantinha com lindas florzinhas azuis), a bertalha coração, a língua de vaca, o dente de leão, a serralha  e todas que eu for descobrindo, com a ajuda do livro, e que podem ser consumidas cruas.
Mesmo que eu não consuma cozida vou passar esse conhecimento a familiares e pessoas amigas, inclusive porque o livro vem com receitas para nos ajudar a aproveitar todo o potencial da planta.
Estou adorando esse livro, tenho consultado muito. Além do livro, você pode baixar pela internet cartilhas sobre pancs, com fotos e receitas. Clique nos links abaixo.
Cartilha Guia Prático de Panc (Instituto Kairos)
Plantas alimentícias não convencionais (UFRGS)

domingo, 19 de agosto de 2018

Suco de abacaxi com rejuvelac (probiótico)

Suco de um abacaxi com rejuvelac de trigo
O rejuvelac é a água da fermentação do trigo
Aqui detalhe do trigo germinado

Segundo Conceição Trucom, do site Doce Limão, "Tradicionalmente o rejuvelac é preparado a partir do grão de trigo integral previamente germinado que fica fermentado em água por um mínimo de 24 (máximo 72) horas, motivo pelo qual é um "caldo" rico em enzimas e nutrientes alquímicos, provenientes do processo de germinação/fermentação."
O rejuvelac que fiz foi com os grãos de trigo, deu muito certo, já fiz três vezes e é muito fácil. Tem um gosto de água ligeiramente azedinha. Pode ser tomado puro, mas achei que ficou muito gostoso  com o suco do abacaxi que bati no liquidificador e coei numa peneira, depois foi só acrescentar o rejuvelac, que no meu caso era o que restava em um vidro (cerca de duas xícaras).
Quero fazer o teste com outras frutas, já que essa bebida é maravilhosa para a nossa flora intestinal, responsável por nos manter saudáveis, joviais e bem humorados.
E se você consumiu antibióticos não deixe de recompor a sua flora intestinal que foi destruída pelo medicamento consumindo algum tipo de probiótico, como o rejuvelac, kefir, kombucha, iogurte e vegetais fermentados.

domingo, 5 de agosto de 2018

Bombom caseiro, vegano, sem lactose e sem glúten

Olá!!! O inverno chegou e hoje está muito frio. Resolvi, então, fazer uns bombons vegano super fáceis e muito gostosos. Usei apenas óleo de coco, cacau em pó alcalino sem açúcar e açúcar de coco.
Em relação ao açúcar você pode usar o que você gostar. Eu optei pelo de coco, porque não consumo mais açúcar branco.
A medida é 1/2 xic. (chá) de óleo de coco extravirgem, 1/2 xic. (chá) de cacau em pó alcalino e sem açúcar e açúcar a seu gosto. Eu fui dosando porque não gosto de nada muito doce. Se quiser pode colocar umas gotas de essência de baunilha.
Coloquei os bombons em uma forma de silicone que nem precisou untar e deixei cerca de 30 minutos na geladeira porque hoje está muito frio.
Uma dica para quem está em um lugar frio, derreta o óleo de coco e deixe em banho maria a vasilha enquanto vai preparando para manter a massa líquida para colocar na forma de silicone, senão vai endurecendo.
Coloquei o recheio castanha do pará grosseiramente picada, mas você pode colocar o recheio que gostar.
Fez muito sucesso aqui em casa e terminou rapidinho.
Abaixo, a forma de silicone que usei.
Aqui o vídeo em que aprendi a fazer esses bombons.


sexta-feira, 22 de junho de 2018

Brigadeiro de colher sem lactose, sem glúten e vegano

Tem uma frase que eu gosto muito que diz que quem se alimenta bem não precisa tomar remédio. Essa frase me acompanha desde criança. E poucas vezes precisei tomar remédio.
Anos atrás fui gradativamente mudando a minha alimentação "normal" para uma alimentação vegetariana e depois vegana. Precisei pesquisar muito e aprender sobre o valor nutricional dos alimentos. E isso é uma aprendizagem que não acaba.
Atualmente, além da alimentação vegana, tento aumentar a quantia de alimentos que não precisem ir ao fogo para manter a qualidade nutricional. Mas você não precisa ser vegetariano ou vegano para ir experimentando novos alimentos.
A receita que fiz eu "batizei" de brigadeiro de colher porque uma colega ontem estava vendendo o tradicional brigadeiro de colher e parecia bem gostoso. Então lembrei da receita de chocolate vegano que aprendi na internet no canal do Pensando ao Contrário, que é feito apenas com cacau puro, óleo de coco e um pouco de açúcar. Fiz mas sem colocar açúcar, acrescentei um pouco de coco ralado fresco e misturei nesse chocolate. Depois amassei uma banana bem madura que ajudou a dar consistência e deu o sabor doce sem precisar usar açúcar. Para ficar mais gostoso, piquei grosseiramente umas castanhas do pará. E estava pronto!
Quero dizer para vocês que normalmente não como muito doce, mas de vez em quando, com esse frio que está fazendo aqui, até cabe um sabor de chocolate.
A foto que vou colocar não condiz com o sabor que estava muito bom, mas a fotinho foi feita com o celular e não teve nenhuma preparação prévia. Na verdade, fotografei para mandar para meus filhos a foto do doce que quero fazer na próxima vez que for visitá-los.
Se vocês fizerem esse docinho e a foto de vocês ficar mais bonitinha vocês podem me enviar para eu colocar no blog?

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