"Quando se fala na sustentabilidade do planeta Terra, as pequenas mas significativas ações cotidianas de cada um, valem muito mais do que longos e evasivos discursos impregnados de proposituras que raramente são transformadas em realidade". (Prof. Zenobio Eloy Fardin)

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Arte com material reciclado

                
 “Em cada peça, proponho e provoco discussão, revisão de valores e sensibilização, com o objetivo de convidar ao engajamento aqueles que veem meu trabalho”, justifica o escultor Giovane Nazareth, que, com sucatas da construção civil, criou a peça “A vingança”.






David Mach faz esculturas em 3D com milhares de palitos de fósforos, retratando humanos e animais








“Nova York produz todos os dias 11,8 toneladas de lixo. Recibos, copos de café, luvas, latas de refrigerantes. E eu recolho tudo isso”. A frase do artista Justin Gignac não teria sentido se o que ele fizesse com o lixo recolhido não tivesse virado febre entre nova-iorquinos e turistas que circulam pela Big Apple. Ele coloca tudo em uma caixa transparente e vende por até U$100. É o lixo, nú e cru, transformado em arte.





Reutilizar é isto mesmo, é pegar em cada objeto, por mais pequeno, danificado ou inútil que seja e atribuir-lhe função, nova utilidade. Isto é o que faz a artista Britânica Jane Perkins. Com uma grande variedade de objetos do dia a dia, os quais já não têm utilidade aparente, cria quadros representando várias personalidades do mundo.












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