“Ajude a minimizar o impacto que causamos no planeta, faça seus próprios produtos de limpeza. Além de contribuir para saúde da Mãe Terra, você também fará uma boa economia. Confira e veja a diferença no fim do mês!”
Sabão líquido para louça
2 litros de água
1 sabão caseiro ralado
1 colher de óleo de rícino
1 colher de açúcar.
Ferver todos os ingredientes até dissolver e engarrafar.
Detergente ecológico
1 pedaço de sabão de coco neutro
2 limões
4 colheres de sopa de amoníaco (que é biodegradável)
Derreta o sabão de coco, picado ou ralado, em um litro de água. Depois, acrescente cinco litros de água fria. Em seguida, esprema os limões. Por último, despeje o amoníaco e misture bem. Guarde o produto resultante em garrafas e utilize-o no lugar dos similares comerciais. Você obterá seis litros de um detergente que limpa, não polui, cujo valor econômico é incomparavelmente menor do que o do similar industrializado.
Detergente ecológico multiuso
Água
Vinagre
Amônia líquida (amoníaco)
Bicarbonato de sódio e ácido bórico
Em um litro de água morna (cerca de 45º c), coloque uma colher de sopa de vinagre, uma colher de sopa de amoníaco, uma colher de sopa de bicarbonato de sódio e uma colher de sopa de bórax ou ácido bórico. O utilize em qualquer tipo de limpeza, em substituição aos multiusos convencionais. Ou como qualquer produto de limpeza convencional, mantenha os detergentes ecológicos fora do alcance de crianças e animais domésticos. Fonte: planeta na web.
Desinfetante para banheiro
1 litro de álcool (de preferência 70º)
4 litros de água
1 sabão caseiro
Folhas de eucalipto
Deixar as folhas de eucalipto de molho no álcool por 2 dias. Ferver 1 litro de água com o sabão ralado, até se dissolver. Juntar a água e a essência de eucalipto. Engarrafar.
Amaciante de roupas
5 litros de água
4 colheres de glicerina
1 sabonete ralado
2 colheres de sopa de leite de rosas.
Ferver 1 litro de água com o sabonete ralado até se dissolver. Acrescentar mais 4 litros de água fria, as 4 colheres de glicerina e as 2 colheres de leite de rosas. Mexer bem até misturar e depois: Pode ser substituído por uma solução de ervas com vinagre ou suco de limão. Além de gastar menos dinheiro, você vai estar evitando produtos responsáveis pelo aumento de doenças respiratórias e alergias.Fonte: WWF Brasil.
Para limpar vidros e tirar gordura: Use uma solução de vinagre ou limão diluídos em água.
No lugar da naftalina: A naftalina afeta o fígado e os rins, utilize sachês com flores de lavanda em seu lugar.
Encontre mais dicas como estas no site do IPEMA Brasil.
Fontes: Greenpeace; WWF; IFIL
Texto retirado do site: http://meumundosustentavel.com/assuntos/casa-ecologica/
quinta-feira, 26 de junho de 2008
Receitas de produtos de limpeza ecológicos
Postado por Regina Bolico às 04:55 2 comentários
domingo, 15 de junho de 2008
"A Terra é um Ser Vivo"

Autor da Obra: Projeto Apoema - Educação Ambiental
"A Terra é um Ser Vivo" (Lutzemberger)
"Há pouco tempo Gaia se olhou no espelho pela primeira vez. Células de seu cérebro a fotografaram da Lua. Ela se achou magnífica, azul, verde, diáfana."A frase é do ecólogo e engenheiro agrônomo José Lutzemberger e se refere à Terra. Para ele, Gaia, nome poético que a mitologia grega dava à deusa da Terra, é um ser vivo. Os seres humanos são células, algumas cancerosas, de seu tecido nervoso.
Lutzemberger, um dos pioneiros na defesa da Ecologia no Brasil, fundador da Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural (AGAPAN) nos anos 60, encara esta hipótese como um conceito. É com muita reverência que ele fala sobre ela. Segundo ele, o "conceito de Gaia", elaborado pela primeira vez pelo cientista britânico James Lovelock e pela cientista americana Lynn Margulis, deve seu nome ao escritor William Golding. Ele o propôs depois de os dois descobrirem que a ecosfera era um ser vivo.
"A ecosfera não é um simples sistema homeostático, automático, químico-mecânico. O planeta Terra é um ser vivo, um ente com identidade própria, o único de sua espécie que conhecemos. Se outras "gaias" existem no Universo, nessa ou em outras galáxias, serão todas coerentes. Um ser vivo tão destacado merece nome próprio" - justifica Lutzemberger, enquanto explica que esta visão é diametralmente oposta a até agora adotada pela ciência, que coloca os seres humanos como observadores externos da natureza.
Segundo ele, hoje é comum na visão científica a imagem da Terra como uma nave espacial. É uma figura na qual a Terra é apenas o palco da vida e, para nós, humanos, não passa de recursos aproveitáveis.
Mas a nave espacial engana. Uma nave tem passageiros. Em Gaia não há passageiros. Tudo é e todos somos Gaia.
O ecólogo gaúcho começa a explicar o conceito de Gaia pela interação. A relação profunda entre todos os elementos do planeta. Uma visão quase religiosa da Terra. Distante da doutrina cartesiana, reducionista, que durante séculos norteou o pensamento científico, ele convida para um "experimento mental" e pergunta:
-"Acaso seria possível um planeta como o nosso, mas no qual a vida estivesse constituída apenas por animais, sem que existissem plantas? É claro que não. Por que não? mesmo aqueles animais que só se alimentam de carne, como o leão ou o gavião caramujeiro, que carne comem? Eles comem carne de animais herbívoros ou de animais carnívoros que comeram herbívoros. A coisa sempre termina na planta. Por que termina na planta? Muito simples: a planta sabe fazer uma coisa que animal algum consegue fazer. Elas dominam a técnica da fotossíntese. Captam energia solar. Retiram do ar gás carbônico que combinam com água para fazer substâncias orgânicas. Neste trabalho elas liberam oxigênio. A reação da fotossíntese fornece duas coisas: carboidratos (açúcar, amido, etc.) e oxigênio.
Para mais informações sobre a obra de Lutzemberger: http://www.apoema.com.br
Postado por Regina Bolico às 15:19 2 comentários



















