Querido(a) leitor(a), você sabe como podemos ajudar o nosso planeta a continuar vivo? Com pequenas ações no nosso dia a dia. O planeta Terra pede socorro, já não suporta tanto lixo produzido pelo ser humano. Ser sustentável é, antes de tudo, ser consciente. Podemos fazer a nossa parte dando uma nova vida a quase tudo que tem como destino o lixo. Aproveitar ao máximo os objetos que fazem parte do nosso dia a dia, como os celulares, por exemplo, e não nos deixarmos levar pela sedução da indústria do consumismo. E não são só os objetos que merecem atenção, mas os recursos naturais da Terra que estão se esgotando. A água está se tornando cada vez mais escassa, e o pouco que ainda resta está sendo poluído devido a negligência e descaso com que as autoridades e os próprios consumidores tem em relação a proteção das nascentes, das matas ciliares, do uso dos rios como esgoto. Desastres ambientais estão ocorrendo todos os dias, como o de Mariana/MG/Brasil, que colocam em risco a sobrevivência do ser humano e de todas as espécies do planeta. Precisamos urgentemente mudar o nosso modo de pensar, de individual para coletivo, a fim de poder auxiliar o nosso planeta a continuar vivo.

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Conservação dos solos agrícolas

          A perda anual de milhares de toneladas de solos agricultáveis, sobretudo em conseqüência da erosão, é um dos mais graves problemas ambientais e o que abrange as maiores extensões terrestres. A principal causa da erosão, principalmente em países de clima tropical, é a retirada total da vegetação (muitas vezes por meio de queimadas) para implantação das culturas agrícolas e das pastagens.
          A intensidade da erosão hídrica está diretamente ligada à velocidade e ao volume de escoamento superficial da água: quanto maior a velocidade de escoamento e o volume de água, maior a sua capacidade de transportar material em suspensão; quanto menor a velocidade, mais intensa a sedimentação e menor a intensidade da erosão. A velocidade e o volume de escoamento dependem da declividade do terreno, da quantidade e intensidade da chuva, da densidade da cobertura vegetal e do tipo de solo. Em uma floresta essa velocidade é baixa, pois a água encontra muitos obstáculos (como raízes, troncos e folhas) à sua frente e fica a maior parte em contato com o solo, o que favorece a infiltração. Em uma área desmatada, a velocidade de escoamento superficial é alta e a água transporta muito material em suspensão, o que intensifica a erosão e diminui a quantidade de água que se infiltra no solo.

Fonte: MOREIRA, João Carlos e SENE, Eustáquio de. Geografia (ensino médio). São Paulo, Scipione, 2005.
Imagem: Galeria de Sam Beebe/Ecotrust

4 comentários:

William disse...

Olá Regina

Infelizmente no Brasil temos o hábito de não plantar em nível nas encostas, o que diminuiria signifativamente a velocidade de escoamento. Muito pertinente seu texto. Um abraço!

William

Regina Bolico disse...

Oi William!
Obrigada pela visita e por tua colocação. Concordo plenamente.
Beijo.

Iago felipe disse...

ola Regina!
sou aluno do IFRR- instituto federal de educação ciencia e tecnologia de Roraima, e estou cursando o segundo modulo do curso de tecnico agricola. gostei muito do seu texto, graças a ele consegui fazer um trabalho!!!
abraços, ate a proxima.

Iago Felipe.

Regina Bolico disse...

Iago
Fico muito feliz pelo texto ter sido útil aos teus estudos. Que você se torne um excelente técnico agrícola para disseminar práticas ecologicamente corretas.
Um abração!

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